JUCEJE GESTÃO EMPRESARIAL

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Consultoria na área Administrativa, Financeira, Gestão de Pessoas e Coaching

domingo, 9 de janeiro de 2011

RECOLOCAÇÃO NÃO É QUESTÃO DE IDADE, MAS DE ESTRATÉGIA (Por Thomas A. Case)

A recolocação profissional após os 45 anos de idade é um dos mitos que perseguem os executivos que procuram uma nova ocupação. A crescente oferta de jovens no mercado de trabalho e a redução do número de oportunidades contribuem para reforçar esse dilema, que tem dimensão global. Ao mesmo tempo, são freqüentes os relatos de casos notáveis de recolocação.

Porém, este não é o desfecho de diversas pessoas que, tendo atravessado a barreira dos 45 anos, acreditam que estão sendo discriminados devido à idade. Se a idade é um problema, como alguns profissionais "seniores" conseguem excelentes colocações no mercado?

A recolocação não é uma questão de faixa etária, mas de estratégia. Os empregos para executivos acima de 45 anos não se extingüem, mas se tornam mais raros e disputados. Por isso, é preciso desenvolver uma estratégia de empregabilidade. Numa das recentes pesquisas do Grupo Catho, percebemos que, entre as 107.116 respostas de usuários da Internet de todo o Brasil, 41.589 (39%) se declararam executivos ou profissionais especializados.

A evolução da remuneração mediana dos respondentes, em comparação com a idade, mostra que os executivos e profissionais especializados têm uma remuneração ligeiramente menor do que os ganhos médios de empresários. A curva comparativa só se distancia um pouco mais a partir dos 54 anos, conforme demonstra o gráfico abaixo:


Pudemos constatar que a pequena diferença entre os ganhos médios do empresário e do executivo não compensa o risco inerente ao negócio, razão pela qual o emprego é tão cobiçado hoje em dia.

A mesma pesquisa revela que 40% dos respondentes entre 30 e 44 anos são executivos e profissionais especializados, proporção que começa a cair a partir desta faixa etária. Até os 60 anos, no entanto, estes profissionais continuam a responder por cerca de 25% do mercado. Se você quer realmente ser um executivo até os 60 anos por isso ser mais vantajoso do que arriscar na carreira de dono do próprio negócio, é preciso desenvolver uma estratégia que dê condições de se manter competitivo:

Algumas dicas de empregabilidade podem ser importantes para os executivos entre 45 e 60 anos se manterem competitivos no mercado de trabalho atual:

Trabalhe como prestador de serviço ou diretor estatutário para reduzir os custos com encargos para seu empregador. Com a idade, a remuneração sobe muito e, para ser competitivo, o profissional deve privilegiar o ganho líquido, e não os indiretos.

Mantenha-se atualizado tecnicamente. Este é um requisito indispensável. Além disso, os avanços tecnológicos são constantes e a velocidade das mudanças é igual para todo mundo. Leia continuamente tudo sobre a sua área de atuação.

Cuide da sua forma física com a prática freqüente de exercícios e uma dieta alimentar balenceada. Evite o consumo de álcool e não fume. Para competir com os jovens, é preciso ter energia e se apresentar bem.

Procure assumir cada vez mais responsabilidades no seu trabalho. Seja um workaholic, dedicando mais tempo ao seu emprego. E como a sua remuneração é mais alta com o passar dos anos, o executivo deve ter mais responsabilidades para justificar os seus ganhos.

Desenvolva seu networking. Mantenha atualizada sua rede de contatos profissionais, que será útil para que você consiga uma nova colocação no mercado, caso fique desempregado. Inclua na sua lista, ex-chefes e empregadores, colegas de faculdade e pessoas de outras empresas.

Finalmente, dedique-se a sua carreira, seguindo todos os passos da empregabilidade. A concorrência é muito grande, mas as vagas existem.


Meu comentário: Com a dificuldade em contratar profissionais qualificados e comprometidos faz aumentar a recolocação de profissionais na faixa etária dos 40 anos! A dificuldade é a pretensão salarial que nem sempre é o que o profissional busca.


Silvana Parreira de Jesus
Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora em RH

sábado, 8 de janeiro de 2011

FRASE Do FINAL DE SEMANA!!!!



Silvana Parreira de Jesus
Psicóloga, Psicopedagoga, Consultora RH

DESEJOS . . .(por Eduardo Kirmayr)

Dias atrás, por curiosidade, e pela evidência que o tema Cabala vem despertando, principalmente pela adesão de famosos como Madonna e outros, resolvi folhear um livro para iniciantes sobre o assunto. Encontrei, logo nas primeiras páginas, um conceito que deu nova luz ao meu entendimento sobre CLIENTES.
É sobre desejo. Através de várias vertentes chega-se a conclusão que nós, seres humanos, "somos todos desejos ambulantes, constantemente buscando preencher nossos próprios anseios". Parei um pouco, e concluí: que grande verdade!
Nós, realmente, não paramos de desejar. Tudo o que fazemos é fruto de um desejo: caminhar, viajar, comer, namorar, conversar, comprar. Este último, para nós vendedores, é uma palavra mágica: comprar.
Está então explicada a razão de tanto insistirmos com os profissionais de vendas, quando em treinamento, de que não adianta saber o que o cliente necessita se não lhe despertarmos um DESEJO ARDENTE de possuir aquilo que vendemos. Muitas vezes o cliente sabe que precisa de um produto ou serviço; sabe que é bom; sabe que o que oferecemos tem uma boa relação custo-benefício. Mas, no fundo do seu ser, ele não deseja. E você não vende.
Cabe a nós, vendedores, há muitos séculos - através da nossa habilidade, conhecimento, percepção, eloqüência, envolvimento, sexto sentido, positivismo e atitude - despertar um desejo, intenso, incendiário, espetacular, incontrolável  no nosso cliente, direcionando-o para a compra.
Com o avanço da tecnologia da informação, através de todos os seus recursos, os consumidores estão cada vez conscientes de seus direitos, exigentes, preparados com argumentos e até mais manhosos. Sabemos disto porque, embora vendedores, também somos clientes e estamos ficando assim.  Conheça este exemplo: semana passada abri conta em um banco. A gerente designada a me atender estava com um cliente. Aguardei pouco tempo. Na minha vez, me apresentei e logo disse: "se eu gostar do atendimento trarei a conta da minha esposa".
Muito simpática, a gerente afirmou: "Olhe só que coisa interessante me aconteceu hoje. Este senhor que eu atendia quando da sua chegada e que acabou de sair, veio à agência cedo e vestido com roupas gastas, bem rotas. Pela escala de atendimento, coube a mim atendê-lo. Atendi normalmente. Pedi que colhesse, na sua residência, a assinatura da esposa nas fichas, pois era uma conta conjunta. À tarde, quando retornou, era outra pessoa: muito bem vestido e mesmo perfumado. Ao notar o meu espanto declarou: `pela manhã eu me vesti mal propositadamente para ver como era o atendimento deste banco. Foi muito bom! Não houve discriminação. Por isso eu voltei´. É incrível", disse ela.
Vejam só a que ponto chegamos: o trabalho que este cliente teve para testar o futuro fornecedor.
É..., o mercado está mudando. E é por isso que cada vez mais as empresas se "matam de pensar" para inovar e oferecer coisas, serviços e situações para conquistar e fidelizar seus clientes.
As guerras de preços estão na nossa cara todo dia. Cortes de cabelo por dez, seis, cinco, três reais. Eu já vi até "corte por R$ 2". São valores que não pagam sequer o custo de afiar a tesoura. É uma concorrência canibal. Sem falar nos locais que lavam carros até por R$ 5.
No entanto, os nichos de mercado estão ai para serem descobertos e explorados. Dia desses, passando por uma avenida importante, uma placa enorme dizia LAVA LENTO - Lavamos o seu carro como você gosta: lavagem manual, caprichada, sem escovas que riscam a pintura. Nós sabemos que, para brasileiro, carro é tudo. Está inventado um serviço diferenciado com uma rentabilidade maior para quem o presta.
"Pãozinho francês quentinho na porta de casa"; quando vi esta matéria na televisão pensei: impossível. Isto aconteceu até a década de 50!
E em menos de dois dias comecei a esbarrar em várias bicicletas conduzidas por rapazes que levavam grandes cestas com pão francês quentinho para entrega em domicílio em muitos bairros de classe média paulistana. Pois é: padarias cada vez mais sofisticadas; supermercados confortáveis e ágeis. Mas o cliente não está totalmente satisfeito e deixa espaço para a criatividade, pois quando ele está satisfeito com algo novo, está dando oportunidade para um "novo" nicho de mercado.
Como pode algo do passado voltar como um diferencial? Tudo pode. Tudo é possível para a satisfação daquele que é nosso "Rei": o cliente.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Empresa que realizo Consultoria Recursos Humanos



Realizo consultoria na área de Recursos Humanos para os colaboradores da Unidade e da Franchising.
E sou orientadora do Staff Center, um benefício para os alunos da Prepara.

Visitem o site:

Atualizo todo mês com ótimas matérias e novidades!



Silvana Parreira de Jesus
Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora RH

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Feliz 2011!!!!!!!

 Olá pessoal!!!
 Peço desculpas por não ter colocado nenhuma postagem nova!!!
 Com a correria do final de ano, acabei não colocando!!

 Mas prometo que isso não vai acontecer novamente e toda semana ótimas matérias e novidades para vocês!!!

 Desejo um ótimo ano!!!!!!!! Com muita paz, saúde, SUCESSO, grandes realizações e projetos!!! Que a esperança e a fé esteja sempre presente!!!

 E nunca deixe de sonhar e acreditar em você!!!

Feliz 2011!!!

 Beijos

 Silvana Parreira de Jesus
 Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora em Recursos Humanos